A viagem – Segundo Ato !

Olhando o histórico de visitas do meu blog descobri que o texto mais lido desde sua criação é a primeira parte de uma viagem que fiz a trabalho durante a páscoa de 2006. Isso me desafiou a revirar meu baú de memória e contar a segunda parte desta viagem, juro que não queria fazer isso, mas vi que dá ibope no meu blog, portanto vamos lá.

Lembranças de uma páscoa – Parte 2

A viagem tranqüila de avião até o Rio foi normal, chegando lá no aeroporto fomos espremidas em mais uma van que tinha como destino nosso tão esperado hotel.

Enquanto passávamos pelas linhas coloridas da cidade maravilhosa não imaginávamos o que estaria nos esperando. Acreditem se quiser, não imaginávamos mesmo!

Assim que a van parou no portão levei um susto, logo pensei que estávamos no lugar errado, pensava comigo mesmo não é possível que aquele lugar fosse o local onde passaríamos uma semana! Tem noção do que é uma semana hospedada numa pocilga, bom se você não tem, começará a ter quando terminar de ler este post.

Após muitas, mas muitas ligações para confirmar se chegamos ao lugar correto, tivemos que encara a verdade e ver como seriam as coisas, foi ai que começou o inferno.

Um homem gordinho, sem camisa apareceu e disse que o grupo ficaria hospedado no apartamento do terceiro andar, seguramos firme nossas imensas malas e fomos a busca do tal apartamento no terceiro andar, no corredor a maior surpresa que podíamos ter: uma GALINHA PRETA ( sim, acredite!) saracutiava pelo corredor do apartamento que íamos dormir, quase tropecei e cai quando vi a cena ! Mas amigos, tinha muito mais pela frente.

Ao abrir a porta encontramos nada mais do que três baratas andando livres e soltas pelo quarto, uma estava tirando um sonequinha em cima da cama! Nem preciso falar que gritei, eu não, todas! Como assim, além da galinha no corredor baratas no quarto, aquilo era um zoológico ou um hotel? Pergunta difícil de responder, porque depois descobrimos que outros bichos moravam felizes naquele castelo dos horrores.

Enfim, partimos para briga e conseguimos um quartinho melhor, quando falo melhor é um péssimo melhorado. O colchão era tão fino que deveria ter somente um centímetro de espuma, a toalha parecia pano de chão e o banheiro, ahmeudeus, não gosto nem de lembrar do banheiro.

Ele era tão, mas tão pequeno que só cabia uma pessoa e olha lá. Um belo dia, uma das meninas foi tomar seu banho e ao olhar para a parede deu de cara com uma substancia não identificada grudada na parede, após analisar bem e nos chamar para participar de sua análise, chegamos ao veredito e agora meus queridos leitores pasmem: a substância grudada na parece azul era nada mais que uma bela meleca de nariz! Nojo? Isso é pouco para descrever a repugnância que pegamos de tudo o que tinha naquele lugar.

Se sobrevivemos? Claro que sim, agora, por favor, não me pergunte se voltamos lá! Agora passamos longe bem longe.

Bom se você pensa que acabou! Aguarde, tem muito mais para acontecer!

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