Grande Virada

Que nesse encontro que acontece agora
cada um possa se encontrar no outro
até porque… tem horas que a gente se pergunta…
por que é que não se junta
tudo numa coisa só?


Peço licença ao grande Fernando Anitelli e uso as palavras dele para tentar cumprir uma tarefa difícil demais: expressar em palavras o que acontece durante a Virada Cultural.
Foram 18 horas de maratona e de muitos encontros inusitados, é interessante perceber conforme você circula pelas mais diversas atrações a quantidade de tribos que se encontram para festejar a cultura.
Do eletrônico à música clássica, da dança ao grafiteiro de rua, da criança ao velho. São Paulo pára e se torna palco de uma miscelânea de ritmos, pessoas e festa.  È tanta coisa boa acontecendo, é tanta gente interessante para conhecer que o cansaço é deixado de lado e o único pensamento que ocupa sua mente é aproveitar cada segundo daquele encontro.
A idéia de juntar tudo em um único evento é efervescente e interessante, durante as 18 h que fiquei perambulando pelo centro de São Paulo fiz amizades com pessoas que talvez não conhecesse num bar qualquer, pessoas que vieram de longe, pessoas que são praticamente meus vizinhos, pessoas que eu não me importaria de conhecer na fila da padaria, mas que eu amei conhecer na fila do Municipal.
Sim, a Virada Cultural é um encontro. Uma miscigenação de raças, não importa a cor, classe social, o que importava era que mesmo sem perceber, mesmo sem ter intenção alguma aquela celebração se tornava uma grande reunião de pessoas interessadas em se lembrar de celebrar muito mais.

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