O amor não existe

Ontem estava conversando com uma pessoa que admiro muito, um baita compositor cheio de talento e com uma voz incrível. No meio do papo ele solta a frase: Polly, o amor não existe.
A frase ficou piscando e eu fiquei olhando fixamente por alguns segundos para a janela do MSN aberta na minha frente enquanto minha mente processava e tira algumas conclusões. No final de muitos pensamentos que passaram em fração de segundos pela minha cabeça só cheguei a uma conclusão que talvez não seja a melhor ou a definitiva, mas o Trevisan tem razão, o amor não existe! Pelo menos não aquele que vemos em filmes, novelas, livros e comercial de margarina.
Depois de mil e uma desilusões e outros mil desencontros percebi que talvez viver sozinha seja uma opção até que boa. Não só pela liberdade que a solteirice te trás, mas também porque uma grande parte dos seus problemas acaba. De maneira alguma quero ditar regras e não sou nada e ninguém para afirmar algumas coisas, mas se podemos viver bem sozinhos e sem amor, porque nos envolver numa situação na qual os maus momentos se sobressaem dos bons momentos.
Tive grandes histórias, momentos inesquecíveis, mas hoje faço das palavras do Trevisan as minhas. O amor não existe! E se ele existe de verdade não apareceu ainda para mim.

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