Begin Again (and again)

Of things I still want to do before I die is gather a group of creative and beautiful people and go around of world occupying the streets with good music.

I am one who has always believed that life gets even more vivid if you have music involved, I am a pianist frustrated that despite having studied piano for years now do not play anything, but I know one thing.

I know when a song touches the soul. I know what good music is the one you listen with eyes closed and without notice begins to dance barefoot in the middle of the living room. Music that has melody and it makes you cry, music that has rhythm and that makes your gray and disastrous day the most beautiful day you could have.

And all this was that I felt when I watched Begin Again for the first time. Ex-bassist for The Frames, an influential group of Irish scene, John Carney swapped ​​music for film, but the music never left him. In 2006, joined former bandmate Glen Hansard (add it to your playlist!) to create Once (another film that is my passion!) And made ​​his mark among modern musicals.

As at Once, Begin Again follows the same logic the film won the Oscar for Best Song in 2008 – two people who are missed by the music, in the plot Keira Knightley lives Gretta, a young songwriter with no confidence in her own talent that is seen alone in New York after losing her boyfriend (Adam Levine) to fame. Mark Ruffalo is a music producer discredited by their professional and personal choices. He sees her playing alone and visualize what it could become. A drunken epiphany that can save them both.

Compositions of Carney, Hansard and Gregg Alexander (in collaboration with other music producers) are definitive for the story connects to the public. If this were not enough, Begin Again won all my love when proposing the idea of ​​recording the album in the street, on the movie Gretta blending your voices and instruments to the sounds of the city that one day had mistreated the protagonist. Exactly what I still want to do before you die.

Made of small, beautiful moments – like the scene of Gretta and Dan dividing the headset and dancing from the streets of NY – The movie brought a very important question. Are we missing stars, trying to illuminate the darkness? Fascinating and poetic, for me one of the best films of the year.

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Das coisas que ainda quero fazer antes de morrer, reunir um grupo de gente criativa e linda e sair pelo mundo ocupando as ruas com música boa.

Sou daquelas que sempre acreditou que a vida fica ainda mais viva se tem musica envolvida, sou uma pianista frustrada que mesmo tendo estudado piano por anos hoje não toco nada, mas uma coisa eu sei.

Sei quando uma música toca a alma. Sei que música boa é aquela que você ouve de olhos fechados e sem perceber começa a dançar descalça no meio da sala de casa. Música que tem melodia e que te faz chorar, musica que tem ritmo e faz daquele seu dia cinza e desastroso o dia mais bonito que voce poderia ter.

E foi tudo isso que senti quando assisti Begin Again pela primeira vez.  Ex-baixista do The Frames, influente grupo da cena irlandesa, John Carney  deixou a música pelo cinema, mas a música nunca o deixou. Em 2006, se juntou ao antigo colega de banda Glen Hansard (inclua ele no seu playlist!) para criar Once ( outro filme que é minha paixão!) e deixou a sua marca entre os musicais modernos.

Assim como em Once, Begin Again segue a mesma lógica do filme premiado com o Oscar de Melhor Canção em 2008 – duas pessoas perdidas que se encontram pela música, na trama Keira Knightley vive Gretta, uma jovem compositora sem confiança no próprio talento que se vê sozinha em Nova York depois de perder o namorado (Adam Levine) para a fama. Mark Ruffalo é um produtor musical desprestigiado por suas escolhas profissionais e pessoais. Ele a vê tocando sozinha e visualiza o que ela poderia se tornar. Uma epifania ébria que pode salvar os dois.

As composições de Carney, Hansard e Gregg Alexander (com a colaboração de outros produtores musicais) são definitivas para que a história se conecte ao público. Já Knightley sabe cantar e convence na sua postura de indie pé no chão.

Se não bastasse tudo isso, Begin Again ganhou todo meu amor quando propõe a ideia de gravar na rua o álbum de Gretta, misturando sua voz e os instrumentos aos sons da cidade que a encantara e maltratara a protagonista. Exatamente aquilo que ainda quero fazer antes de morrer.

Feito de pequenos e belos momentos – como a cena de Gretta e Dan dividindo o fone de ouvido e dançando entre as ruas de NY –  o longa  trouxe uma pergunta muito importante. Será que somos estrelas perdidas, tentando iluminar a escuridão? Fascinante e poético, pra mim um dos melhores filmes do ano.

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