Levantou poeira. Po-ei-ra!

Chegou como um vento norte num fim do dia de verão.

Daqueles que chega trazendo chuva, relâmpagos, trovões e alguma destruição.

Não que esperasse você para gente fazer um auê qualquer. Não que contasse com você correndo para os meus braços.

Nada disso!

Você chegou levantando poeira. Quebrando muralhas.

Colocou o sorriso na minha face novamente, o frio na barriga apareceu e não é que as borboletas do meu estômago ainda existem?

Seja como for.

Abalou as estruturas.

 

 

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